A Solitude como Verdadeiro Autoengano
- 17 de jan. de 2025
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Atualizado: 9 de mai. de 2025

Um desejo superestimado
Muitos passos contidos na solidão
Não se sabia com verdadeira acepção
Desta catástrofe de movimentos
Tudo que em nós interage
Cabe assim um afeto
Que não esquece com o corpo
Pois ao espírito lhe convém
Nesta fatalidade que a compõe
Uma vastidão de oásis se multiplicam
Todas maravilhas de um desejo inconteste
De encontrar o amor que sedimentou
Insinuante arrevesado de olhares
Que no mais profundo se alimentou
E que esqueceu que é na superfície
Que o frescor do novo amanhece
Difícil ver onde tudo acontece
Dado que o inteiro nunca arrefece
Pois sua captura é um difícil enigma de satisfações Que ao amor somente engrandece.



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